OBJETIVO
-Implementar infra-estrutura que propicie monitoramento, controle e conservação do atrativo natural conseqüentemente atraindo e fomentando o desenvolvimento do mercado turístico em áreas de Parque e entorno, estimulando assim a geração de renda aliada à conservação da natureza e da paisagem.
-Divulgar e ampliar o acesso a informação entre os moradores do entorno, visitantes do atrativo, alunos da rede pública, operadoras e agências de turismo e turistas sobre a existência da trilha e da Unidade de Conservação e das áreas protegidas, seus objetivos e a importância de sua biodiversidade.
-Estabelecer parâmetros mínimos de conservação deste atrativo de uso público da Trilha da Praia Brava para subsidiar seu projeto através do monitoramento e controle e elaboração de projeto de sustentabilidade do atrativo.
METODOLOGIA
Foram implantados dois postos de controle. O Primeiro está implantado nas proximidades do cruzamento entre a estrada e o OSBAT 24. Outro posto está implantado em lugar definido pelos atores sociais envolvidos sob autorização de todos os órgãos ambientais e Prefeitura Municipal.
O emplacamento foi realizado no padrão apropriado e aprovado pelos envolvidos e fixados nos pórticos de entrada sendo outros distribuídos pelas trilhas.
A capacitação dos colaboradores foi planejada e executada em conjunto com os parceiros do projeto, a Fundação Florestal, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Petrobrás e Ambiental Litoral Norte através de aulas e palestras, eventos, vivências e pesquisas. Foram também capacitados os monitores em primeiros socorros, legislação ambiental, Ecoturismo e Segurança na faixa de dutos.
A Implantação do Monitoramento ocorreu desde o início do projeto para controle do atrativo. Os monitores prestaram serviços sempre de dia em período variável dependendo da demanda de pessoas e datas especiais do calendário como feriados e finais de semana.
Os Monitores foram responsáveis por orientar todos os visitantes das atitudes esperadas dos turistas, forneceram todas as informações sobre o atrativo e realizaram pesquisas junto aos visitantes.
Além disso, ficarou disponível aos visitantes um kit de emergência com maca rígida e imobilizadores para resgate de vítimas de acidentes. Os monitores se comunicavam por radio e por telefone celular com a sede da ALNORTE, do Núcleo São Sebastião do Parque e Polícia Militar. Foram realizadas oficinas de envolvimento comunitário junto a três públicos diferentes. O Primeiro envolvido foi o público morador do entorno. Foram realizadas oficinas de envolvimento e cooperação para o projeto.
Forão realizadas oficinas nas escolas municipais e estaduais para envolvimento dos alunos da rede pública, professores, diretores, e famílias dos alunos para divulgação da iniciativa e produção de conteúdo informativo para as cartilhas. Foi realizada oficina de inauguração do projeto com todos os atores envolvidos na gestão do atrativo, como agências e operadores de turismo, monitores de ecoturismo, parceiros do projeto como Instituto e Fundação Florestal , Petrobrás, Prefeitura Municipal, DPRN, Polícia Ambiental outras ONGs, associação de moradores, Convention Visitors Bureau do Litoral Norte.
Além disso foi realizada oficina de avaliação geral do andamento do projeto com intuito de indicar o cumprimento das metas, propor melhorias ao andamento do projeto e consolidar o plano de sustentabilidade do atrativo.
Os folders produzidos objetivavam atingir dois públicos diferentes. O visitante da trilha durante sua visita no atrativo, que será informado sobre as regras de conduta e demais informações pertinentes. Outro material elaborado e distribuído junto aos hotéis e centros de informação turística visou divulgar o atrativo e as informações sobre como chegar até lá entre outras pertinentes.
Todos os materiais forão confeccionados com os logotipos da Petrobrás e demais parceiros do projeto. Forão veiculadas notícias sobre a inauguração e do andamento do projeto na mídia escrita, falada e televisiva.